
Jogral da Miséria Humana
Vozes da poesia social lusófona (1869–1947) “Não sou nada.Nunca serei nada.Não posso querer ser nada.”…“Hoje estou vencido, como se soubesse a verdade.Hoje estou lúcido, como…

Vozes da poesia social lusófona (1869–1947) “Não sou nada.Nunca serei nada.Não posso querer ser nada.”…“Hoje estou vencido, como se soubesse a verdade.Hoje estou lúcido, como…

Este é um dos poemas mais precisos já escritos sobre a relação entre criação literária, fingimento e verdade emocional. O poeta não mente porque sente…