Categoria Poíesis

Homem de cabelos brancos observa, em uma rua urbana noturna e chuvosa, a cena silenciosa da miséria humana sob luzes douradas, em ilustração editorial no estilo Revisum.

Jogral da Miséria Humana

Vozes da poesia social lusófona (1869–1947) “Não sou nada.Nunca serei nada.Não posso querer ser nada.”…“Hoje estou vencido, como se soubesse a verdade.Hoje estou lúcido, como…

Ilustração editorial inspirada em Tolos, mostrando uma composição geométrica com muralhas, fechadura distante, fragmentos caídos e figuras prostradas diante de um caminho bloqueado.

Tolos

Buscam privilégios,condenando à privaçãoos que nunca provaramprivilégio algum. Erguem muros —chamam de escudos. Servem a quem os mantém no escuro,surdos aos gritosde quem já perde…

Ilustração editorial inspirada em Círculos, com composição geométrica abstrata em tons de azul, laranja e creme, formando um rosto melancólico e estruturas circulares repetidas.

CÍRCULOS

As lágrimas perdidasna desatenção da alegria.Depois da utopia,apenas a Tristeza sorria. Sorria para quem nada podia:nem chorar,nem querer o diaque em outras lágrimas se perdia.…

Ilustração editorial inspirada em Os que sentem demais, mostrando um homem correndo por um caminho luminoso em direção a uma casa acolhedora, cercado por livro, café e formas geométricas simbólicas.

Os que sentem demais

Poesia, dor e a difícil aprendizagem da vida simples No início, poesia é para os apaixonados e para os masoquistas. Não para quem quer entender…

Ilustração editorial inspirada em Apago, mostrando um homem de cabelos brancos em composição geométrica, com parte do corpo se dissolvendo em fragmentos entre luz e sombra.

APAGO  

Apago o que quero esquecer,apago o que quero guardar.Apago o que ainda posso ver,apago para desamar. Apago para não me perder,apago para não voltar lá.…

Ilustração editorial inspirada em E a garoa, garoa, não há mais, mostrando uma jovem melancólica em uma São Paulo enevoada diante de um pardal e de uma banca de jornal.

Em São Paulo

Não há mais pardais. Garoa, não há mais. Calaram-se as bancas de jornais, e nem jornais há mais. Tudo da memória escorre para o esquecimento;…