Homem de cabelos brancos observa, em uma rua urbana noturna e chuvosa, a cena silenciosa da miséria humana sob luzes douradas, em ilustração editorial no estilo Revisum.

Jogral da Miséria Humana

Vozes da poesia social lusófona (1869–1947) “Não sou nada.Nunca serei nada.Não posso querer ser nada.”…“Hoje estou vencido, como se soubesse a verdade.Hoje estou lúcido, como…